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S6m: Como salvar milhões de inocentes e fazer biliões mais felizes. Pena de morte e trabalhos forçados: civilidade ou tabus da cultura mafiosa ocidental?
 
Na civilidade mais mafiosa vi prioridade a salvar um mafioso do que a salvar 6 milhões de crianças que morrem de fome. Se os dados de que disponho não estão muito errados, se a matemática não é uma opinião e certos dados estatísticos têm algum fundamento, parece-me evidente que se poderiam salvar 5.000.000 de crianças com o que certa civilidade mafiosa faz para salvar 5.000 condenados à morte. Imagino que nem todos os 5.000 condenados à morte mereçam realmente a morte, mas parece-me evidente que os 5.000.000 de crianças inocentes poderia ser salvos com menos custos dos que se fazem para salvar os condenados à morte.
Um prisioneiro custa à sociedade €200 por dia e muito mais quando está fora. Alguns passam a vida a entrar e sair das prisões com custos para sociedade de salvar mais de 200 crianças que se poderiam salvar com um euro por dia.  
Uma prisão de máxima segurança nos USA custa quase um milhão de dólares de investimento por cada prisioneiro. Imagino que se esse dinheiro fosse investido de outra forma se podiam salvar mais de 1.000 inocentes. Bastaria que esse dinheiro fosse investido na produção de alimentos, no transporte do excedente de uns para os que passam fome, melhores políticas de adopções, melhor cultura de convivência em vez das guerras, melhor justiça e melhor política.
Muitas das crianças que morrem de fome podiam fazer mais felizes muitos desejosos de adoptá-los mas impedidos de tabus culturais ou leis nacionalistas.
Milhões de honestos cidadãos trabalham grande parte da sua vida para pagar a justiça e sistema carcerário de parasitas que continuam na criminalidade depois de sair das prisões. O trabalho dos prisioneiros para o seu mantimento e pagarem os danos sociais dos seus comportamentos criminosos parece-me a prioridade da justiça.
Na civilidade mais mafiosa 80% dos crimes são feitos de habituais criminosos, conhecidos das forças de policia e justiça por outros crimes anteriores. Imagino que com melhor aplicação da pena de morte para os que não se convertessem e melhor justiça se podiam salvar milhões e permitir uma vida melhor a biliões.
Imaginemos uma melhor aplicação da pena de morte: condicional, excepcional, espectacular. Imagino que bastava a morte de um mafioso para salvar mais de 1.000 com o resultado de uma melhor justiça mais civil com as vítimas da criminalidade do que com os criminosos.
Imagino que com a morte de um único assassino se dava uma lição a muitos e se podiam salvar milhares. Imagino que um único de tantos dos quais não há a mínima dúvida de que são responsáveis da morte de muitos inocentes, sendo primeiro condenado à morte condicional, (se não colaborasse com a justiça e dissesse toda a verdade incluso contra cúmplices e familiares seria condenado à morte), faria uma revolução da civilidade mafiosa à civilidade com inocentes.
Imagino uma única morte de um dos piores que não colaborasse originava a colaboração de muitos outros e se fazia uma revolução judicial e moral mais importante de muitos mortos inocentes em muitas revoluções. Uma única condenação à morte, acompanhada dos custos contra a criminalidade que actualmente se gastam em defesa de assassinos, mafiosos e criminalidade, contribuía para a moralização social, os mafiosos passaria a saber que não eram os únicos que podiam matar.
Se os políticos que se ocuparam contra a pena de morte se ocupassem de melhores políticas de adopções podiam ser adoptadas milhões de crianças que morrem de fome.
Se a informação que se ocupou de defender a pena de morte fosse orientada contra a criminalidade, pela prevenção, por uma cultura de mais civilidade com as vítimas inocentes do que com criminosos biliões de pessoas podiam viver melhor e com menos criminalidade.
Mas parece que a mafia condicionou a cultura e civilidade: muitos estão mais interessados em salvar um único mafioso do que salvar milhares de inocentes que se poderiam salvar com menos custos.
Nos USA a pena de morte foi suspensa enquanto esperam se é constitucional. Imagino que foi influência da pressão da opinião pública e diplomática italiana. E eu penso que o que Itália faz para salvar um único assassino fosse orientado para melhor política de adopções, melhor justiça e melhor política podiam salvar-se mais de 1.000 inocentes.
Imagino um futuro não com mais aplicação da pena de morte mas melhor: só assassinos dos quais não houvesse dúvida e só depois de uma primeira condenação condicional: se não colaboravam, não obedeciam ou tentavam fugir podiam ser condenados à morte. A morte seria indolor como uma operação com anestesia. Os órgãos seriam leiloados e com o dinheiro desse leilão dos órgãos e de serviços televisivos indemnizavam-se vítimas e promovia-se uma melhor justiça, mais e melhores juizes mais bem pagos, serviços de voluntariado de apoio às vítimas e prevenção da criminalidade.
 
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